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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Abordagem da vítima no ABCDE


Airway (Via aerea)


Nível de consciência

Na primeira abordagem pesquise a via aérea da vítima, sem movimentar a cabeça e procure:

Elevação da mandíbula com os dedos em gancho.

Se a boca abre naturalmente;Se existe sangue ou outros fluídos;Se existem dentes partidos;Se existem próteses dentárias soltas;



Abertura da boca com a técnica dos dedos cruzados


Uma ligeira tração a região cervical;Alinhe a região cervical;Efetue a elevação da mandíbula;Aplicar um tubo orofaríngeo;Aspire se existirem fluídos;


Elevação da mandíbula

Se ao alinhar a região cervical sentir resistência, não forçar e manter a posição;Só aplicar o colar cervical quando a vítima se encontrar devidamente alinhada;Aplicar o tubo orofaríngeo somente se a vítima não reagir;Efetuar uma aspiração rápida, atenção ao vômito;



Breathing (Ventilação)




Na primeira abordagem pesquise:

Se ventila;Se a ventilação é eficaz;Se os movimentos torácicos são simétricos;Se existem lesões abertas do tórax;




Atuação

Se a vítima não ventila efetue duas insuflações, e verifique a circulação;Se a vítima estiver com pulso e não ventilar, efetue uma insuflação cada 5 segundos (adulto), ou 1 insuflação cada 3 segundos (criança)Se os ciclos ventilatórios forem inferiores a 10, assista a ventilação;Administrar oxigênio:

Traumatismo simples - 3Lt/m

Traumatismo aberto - 10 Lt/m

Paragem ventilatória - 15 Lt/m

Ventilação assistida - 15 Lt/m


Recomendações:


Se ao ventilar o ar não entrar, verifique a elevação da mandíbula; Se após ter corrigido a elevação da mandíbula e o ar não entrar, considere a obstrução da via aérea, que pode ser por:Edema Fluídos (sangue ou outro) Dentes partidos Pesquise novamente a cavidade bucal e aspire se necessário.Se a vítima apresenta dificuldade ventilatória, procure:Se não existe sangue na orofaringe; Se a expansão torácica é eficaz e simétrica; Despiste um possível pneumotórax;

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